Downloads
Folhetos
Literaturas
Revistas
Vídeos
A Edição para iPad
Mensagens
e Artigos
Temas Escatológicos
de A a Z
Frases Escatológicas
Nossas
Crenças
Em
que Cremos
Estatuto de Crença do
Fim dos Tempos
Religiao x Evangelho
Glossário
Contatos
Contribuições
e Anúncios
Contato
Sinopse
...Em As Duas Perguntas do Monte das Oliveiras, o autor propõe uma releitura de Mateus 24:3 a partir de uma questão fundamental: quantas perguntas os discípulos realmente fizeram ao introduzir o chamado Discurso do Monte das Oliveiras?
Enquanto a interpretação tradicional costuma identificar três perguntas, esta obra apresenta argumentos lexicais, sintáticos, gramaticais, narrativos e contextuais para defender que foram duas perguntas, relacionadas a dois acontecimentos que os discípulos confundiram: a destruição do templo de Jerusalém e a vinda de Cristo e o fim dos tempos.
Ao analisar Mateus 24, o autor sustenta que Jesus não apenas responde às expectativas dos discípulos, mas corrige a associação equivocada entre a destruição do templo e a consumação da história. A análise considera ainda a mudança de assunto em Mateus 24:36, as diferenças entre os acontecimentos descritos antes e depois desse versículo e o contraste entre a grande turbulência que antecede a destruição de Jerusalém e a normalidade social apresentada na descrição da futura parusia.
A obra também examina o contexto histórico e religioso do primeiro século, destacando as expectativas apocalípticas judaicas, a esperança de um Messias conquistador, a importância do templo e a frequente incompreensão dos discípulos.
Assim, As Duas Perguntas do Monte das Oliveiras convida o leitor a reconsiderar a estrutura e o significado de Mateus 24, propondo uma ideia central: o que os discípulos uniram, Jesus separou — o juízo histórico sobre Jerusalém e seu templo, de um lado, e a parusia de Cristo e a consumação dos tempos, de outro.
Outros livros do mesmo autor__________________